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Quinta-Feira 11.ago.2022

Ano X - Nº 499

Coluna

Confronto verbal entre Marquinhos e Rose termina sem nocaute

Reta final das eleições promete.

Postado em 21 de Outubro de 2016 - Marco Eusébio

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Marcado pela troca de acusações entre os candidatos Marquinhos Trad (PSD) e Rose Modesto (PSDB), o debate do site Midiamax aponta como resultado mais provável uma espécie de "empate técnico". É o que deve ter prevalecido na avaliação dos indecisos, já que apoiadores de um lado ou de outro, sem isenção, vão, obviamente, dizer que seu preferido, ou preferida, se saiu melhor. Mas, quem atacou foi contra-atacado e vice-versa. Do outro lado da telinha, teve quem avaliou que, se estivesse no ringue, teria melhores argumentos para tentar nocautear o adversário batendo nos pontos fracos, seja sobre o que dizem ter feito e não fizeram, seja sobre o que andaram fazendo e que não querem que digam. Na reta final, isso conta. E muito.

Veja a íntegra do debate

 

Rose reage na reta final, diz pesquisa Valle

Faltando poucos dias para a eleição do segundo turno, pesquisa Valle, do Toni Ueno, aponta disputa mais equilibrada pela Prefeitura de Campo Grande. Na estimulada, Marquinhos Trad (PSD) segue na frente com 46,58%, mas caiu 1,53 ponto em relação à pesquisa anterior divulgada a menos de uma semana, no dia 14, quando estava com 48,11%. Rose Modesto (PSDB) subiu 6,61 pontos de 28.33% para 34,94%. Na espontânea, quando não são apresentados nomes aos eleitores, Trad caiu 2,59 pontos, de 43,76% para 41,17% enquanto Rose subiu 5,18 pontos de 25,64% para 30,82%. A oscilação está dentro da margem de erro, de 3,4 pontos para mais ou para menos. Em rejeição, a de Rose caiu e a de Trad aumentou (veja o quadro acima). Divulgada ontem e publicada neste sábado pelo O Estado MS, a pesquisa, conforme o jornal, ouviu 850 eleitores de Camo Grande entre segunda (17) e quinta-feira (20) e está registrada no TRE-MS com o nº MS 09462/2016.

 

Siufi é condenado a devolver R$ 1 milhão à prefeitura e tem direitos políticos cassados

O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara dos Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, de Campo Grande, condenou o vereador Paulo Siufi (PMDB) a devolver R$ 1,09 milhão à prefeitura e cassou seus direitos políticos por oito anos. Pediatra, Siufi foi acusado pelo Ministério Público em 2015 de ter recebido valores integrais como médico da Unidade Básica de Saúde do distrito de Aguão, embora tenha cumprido só 18,12% do expediente. A sentença deve ser publicada no Diário da Justiça desta sexta-feira. Siufi se defendeu na ação dizendo que cumpria jornada reduzida por ordem superiores, como outros médicos da unidade, tese confirmada pelo ex-secretário municipal de Saúde, Leandro Mazina, que, como sua testemunha de defesa, afirmou que "horários atípicos" dos médicos da zona rural eram a única maneira de manter profissionais nas unidades da zona rural. Como cabem recursos, Siufi não corre risco de não assumir o cargo de vereador, para o qual foi reeleito neste ano.

 

'Nunca vi Eduardo Cunha recuar', diz Marun

"Nunca vi ele recuar", afirmou o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) sobre Eduardo Cunha (PMDB-RJ), à imprensa, na Câmara, depois da prisão do ex-presidente da Casa, a quem era ligado. Os jornalistas o questionaram se isso representava uma ameaça para o PMDB e para o governo de Michel Temer. Marun declarou: – "O deputado Cunha, nunca vi ele recuar. Não vi também vinganças. Não tenho uma amizade com o deputado Cunha que me permita discorrer sobre questões mais, sobre sua personalidade, mais íntimas. Não tenho condições de fazer esse tipo de avaliação". Uma repórter pergunta: – "O PMDB pode ficar tranquilo?" Marun respondeu: – "O PMDB está triste. Vamos dizer, tenho certeza, que colegas deputados que convieram com o deputado Eduardo Cunha está triste (sic), mas eu não to vendo nenhuma preocupação maior em relação a isso, nem no partido, nem no governo. É uma questão jurídica que deve ser tratada no campo jurídico."


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