Semana On

Quinta-Feira 30.jun.2022

Ano X - Nº 493

Mato Grosso do Sul

Riedel: ‘Vamos trabalhar para aumentar a produção de soja nos próximos anos’

Pré-candidato ao Governo quer superar desafios para a ampliação do mercado internacional do grão: o que significa mais desenvolvimento, emprego e renda em MS

Postado em 01 de Junho de 2022 - Redação Semana On

Divulgação e Agência  Brasil Divulgação e Agência Brasil

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“Vamos trabalhar para dar condições ao produtor rural sul-mato-grossense aumentar a produção de soja em pelo menos 4,5 milhões de hectares nos próximos três anos”, afirmou nesta semana o pré-candidato do PSDB ao Governo do Estado, Eduardo Riedel.

Ele ressaltou, ainda, que a área ocupada por lavouras de soja tem apresentado crescimento contínuo em Mato Grosso do Sul nos últimos anos, passando de 2,98 milhões de hectares na safra 2018/2019 para 3,7 milhões de hectares na safra atual, aumento de 24%.

Riedel tem razão: a soja é a principal cultura agrícola do Estado, ocupando área bem superior a do milho, que também tem apresentado um movimento crescente. A maioria das lavouras de soja está concentrada nas regiões Centro-Sul, Norte e Nordeste, com importante expansão ocorrendo na região Sudoeste do Estado. Na safra 2018/2019 foram plantados 2,98 milhões de hectares de soja e 2,17 milhões de hectares de milho. Na safra posterior (2019/2020) essas áreas já passaram para 3,39 milhões/ha (soja) e 1,89 milhões/ha (milho). No ano seguinte, novo aumento: 3,53 milhões/ha de soja e 2,0 milhões/ha de milho, e na safra atual (2021/2022), atinge a área de 3,70 milhões/ha de soja e 2,59 milhões/ha de milho.

As projeções são de contínuo crescimento e com uma ligeira aceleração. Na próxima safra (2022/2023) a soja deve ocupar 3,9 milhões/ha, na safra 2023/2024 passar para 4,10 milhões/ha, na safra seguinte (2024/2025) já deve chegar a 4,3 milhões/ha e na safra 2025/2026 atingir a marca de 4,5 milhões/ha. O milho – que normalmente é cultivado na mesma área, só que em época diferente – apresentará crescimento similar: 2,73 mi/ha, 2,87 mi/ha, 3,10 mi/ha e 3,15 mi/ha.

“A é um dos nossos principais ativos, nosso mais importante produto de exportação, ultrapassando temporariamente a celulose, que também é importantíssima. Isso se deve, naturalmente, ao fato de ter acabado há pouco a colheita do grão e os produtores estão comercializando sua produção nesse momento”, explicou Riedel. Os principais destinos da soja sul-mato-grossense são a China, Bangladesh, Tailândia, Argentina, Vietnam, Paquistão e Coreia do Sul.

Para o pré-candidato ao Governo – que em suas passagens pelas secretarias de Governo e Infraestrutura procurou dar condições de excelência à produção rural - os principais desafios que o Estado e os produtores devem enfrentar para concretizar esse crescimento da produção de soja passam pela sazonalidade, capacidade de armazenagem e disponibilidade de crédito, além da necessidade de ampliar nossos destinos para o produto, já que, hoje, a China (nossa principal parceira comercial na atualidade) prefere a matéria prima, enquanto o Estado caminha para, gradativamente, processar e agregar mais valor à sua produção.

“Nos próximos anos, vamos estar atentos à resolução destas questões, para aumentar a penetração da nossa soja nos mercados internacionais”, assegurou Eduardo Riedel.


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