Semana On

Terça-Feira 24.mai.2022

Ano X - Nº 488

Mato Grosso do Sul

‘Fizemos o dever de casa para avançar e garantir conquistas sociais’, afirma Riedel

Secretário destacou ações de combate à desigualdade e transferência de renda

Postado em 11 de Fevereiro de 2022 - Redação Semana On

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‘Olhar para a necessidade das pessoas’. Desta forma o presidente do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), o secretário estadual de Infraestrutura, Eduardo Riedel (PSDB), afirmou que o governo de Mato Grosso do Sul trabalha para garantir programas como o Mais Social e o Conta de Luz Zero.

“Não podemos ser populistas, tivemos que fazer o deve de casa para ter um Estado saudável. Não podemos pensar na eleição seguinte e deixar de fazer a lição de casa, porque a nossa política é de resultado para sociedade, enxergando a demanda das pessoas”, frisou Riedel.

Durante agenda pública na Capital, Eduardo Riedel salientou que a administração do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) destinou só em 2022 pelo menos R$ 1 bilhão em investimentos para infraestrutura, outros R$ 400 milhões para ampliar para 100 mil pessoas o número de beneficiários do Mais Social (cartão com R$ 200 para beneficiários - com mais R$ 100 a partir deste mês de janeiro)), e outros R$ 120 milhões para pagar a conta de 152 mil famílias com consumo de até 200mkw/mês (uma conta de cerca de R$ 118).

“São quase 600 mil pessoas beneficiadas pelo Energia Social: Conta de Luz Zero, outras quase 500 mil pessoas recebendo o cartão do Mais Social, sendo 100 mil só em Campo Grande. Nós temos que estar preparado para estender a mão, num país em desenvolvimento como nosso há milhares de pessoas passando necessidade”, afirmou o presidente do Prosseguir.

Eduardo Riedel ainda destacou que mesmo com o processo eleitoral que se avizinha, a gestão Azambuja trabalha para garantir robustez, resiliência e permanência dos programas sociais em larga escala planejadas pela equipe encabeçada pelo secretário.

“Entendemos que pagar a conta de luz para as pessoas é algo básico e mensurável na renda. É rápido, fácil, e um recurso direto para os mais vulneráveis. À princípio serão 14 meses, que é um prazo razoável de recuperação econômica, mas a própria lei que autorizou o pagamento deixou aberta possibilidade de prorrogação por mais 14 meses”, finalizou Eduardo Riedel.


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