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Domingo 23.jan.2022

Ano X - Nº 475

Legislativo

No dia da favela, Carlão fala da sua trajetória de representatividade na luta por moradias sociais

Presidente da Câmara é oriundo dos movimentos comunitários, como presidente de bairro na região Norte de Campo Grande e entidades ligadas à moradia e desfavelamento

Postado em 05 de Novembro de 2021 - Redação Semana On

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No último dia 4, Dia da Favela, o vereador Carlos Augusto Borges (Carlão PSB), presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, fez questão de fazer uma reflexão sobre sua trajetória e representatividade na luta por moradias sociais. O presidente da Casa de Leis construiu sua história política, com quatro mandatos de vereador na Capital, oriundo dos movimentos comunitários, como presidente de bairro na região Norte de Campo Grande e entidades ligadas à moradia e desfavelamento. Carlão fez questão de lembrar que já foi morador de favela na Região do Bairro Nova Lima e que sua luta sempre foi a superação das desigualdades sociais.

"Minhas circunstâncias não me impediram de conquistar meus ideais. Falo a todos, jovens e adultos, que lutam por moradia social e que mesmo em meio a vida em favela, superam as dificuldades e ainda lutam pelo bem comum. Sou um exemplo de que mesmo favelado, podemos chegar aonde quisermos, se trabalharmos e nos dedicarmos a causas maiores. Cheguei a líder comunitário, assessor da Câmara, diretor adjunto da secretaria municipal de Assuntos Fundiários, vereador e presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Capital de Mato Grosso do Sul”, disse Carlão emocionado.

O presidente ressaltou que suas palavras se destinam também àqueles que diariamente lutam pelo direito à moradia digna e melhores condições de sobrevivência.

“Venho de uma vida em comunidade, já morei em favela, mas sei que o lugar onde residimos não nos define. Embora, possa sim representar um obstáculo a mais na exclusão social. Favelas são assentamentos urbanos informais densamente povoados caracterizados por moradias precárias e miséria. As favelas ou aglomerados subnormais, são considerados como uma consequência da má distribuição de renda e do déficit habitacional no país. Campo Grande é uma das Capitais do país onde há menos favelas, mesmo assim, as que existem, não podem ser esquecidas ou negligenciadas. Sonho com o dia em que todos os brasileiros poderão ter o direto à moradia garantido e boas condições de sobrevivência. Por isso, dedico minha vida à causa social e a moradia”, registrou em suas redes sociais.


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