Semana On

Sexta-Feira 03.dez.2021

Ano X - Nº 469

Mato Grosso do Sul

Riedel: ‘É por meio da ciência e da pesquisa científica que conseguimos dar as respostas que precisamos para promover o nosso desenvolvimento’

43 pesquisadores de universidades de MS estão entre os cientistas mais influentes da América Latina

Postado em 08 de Outubro de 2021 - G1, Semana On - Edição Semana On

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Quarenta e três pesquisadores de universidades de Mato Grosso do Sul foram citados entre os 10 mil cientistas mais influentes da América Latina. O ranking, chamado “Latin America Top 10.000 Scientists – AD Scientific Index 2021 – Version 1”, se baseou no desempenho científico e no valor agregado da produtividade científica individual para apresentar os nomes.

No estado, profissionais das Universidades Federal e Estadual de Mato Grosso do Sul (UFMS), (UEMS), da Grande Dourados (UFGD) e da Católica Dom Bosco (UCDB). Pela UFMS, foram citados 29 pesquisadores; da UEMS, 4 cientistas foram incorporados ao ranking; da UFGD, 9 professores; e 1 da UCDB.

O ranking de pesquisadores mais influentes foi desenvolvido pelos professores Murat Alper e Cihan Döğer. Para fazer parte da lista, os cientes usaram os seguintes critérios:

- índice i10 (número de publicações com, no mínimo, 10 citações);

- índice h (proposto para quantificar a produtividade e o impacto de pesquisas individuais ou em grupos, baseando-se nos artigos mais citados);

- pontuações de citação no Google Scholar.

Os índices têm por objetivos observar a evolução da atuação individual do cientista, quanto aos reflexos das políticas institucionais das universidades e no quadro científico geral.

O secretário de Infraestrutura de MS, Eduardo Riedel, destacou o feito: “São profissionais, com trabalhos relevantes em suas áreas, da UFMS, da UEMS, UFGB e Dom Bosco. Esta é uma grande vitória para o nosso estado e sinaliza o nosso respeito pela ciência e pelo conhecimento, como instrumentos de transformação do mundo em que vivemos e da conquista de mais qualidade de vida para as pessoas”.

Pesquisadores da UFMS citados:

  1. Alessandra Gutierrez de Oliveira;
  2. Eliane Vianna da Costa e Silva;
  3. Maria Ligia Rodrigues Macedo;
  4. Camilo Henrique Silva;
  5. Giuseppe A Câmara;
  6. Jean Pierre Oses;
  7. Gustavo Graciolli B;
  8. Erich Fischer;
  9. Edgar Julian Paredes Gamero;
  10. Ricardo Antônio Amaral de Lemos;
  11. M Janete Giz;
  12. Daniel Boullosa;
  13. Roberto Ruller;
  14. Samuel L Oliveira;
  15. Nalvo F Almeida Jr;
  16. Anamaria Paniago;
  17. Janaina Sardi;
  18. Luis Carlos Vinhas Itavo;
  19. Walmir Silva Garcez;
  20. Paula Felippe Martinez;
  21. Rodrigo Juliano Oliveira;
  22. Paulo Tarso S Oliveira;
  23. Franco L Souza;
  24. Valdir Souza Ferreira;
  25. Teodorico Alves Sobrinho;
  26. Gustavo Christofoletti;
  27. Fernando Paiva;
  28. Gilberto Maia;
  29. Amilcar Machulek Junior.

Pesquisadores da UFGD citados:

  1. Rodrigo Garófallo Garcia;
  2. Marcos Antônio da Silva;
  3. Sandro Menezes Silva;
  4. Maria do Carmo Vieira;
  5. Edson Lucas dos Santos;
  6. André Luís Duarte Goneli;
  7. Silvana de Paula Quintão Sacalon;
  8. Antônio Carlos Tadeu Vitorino;
  9. Fabrício Fagundes Pereira.

Pesquisadores da UEMS citados:

  1. Sandro Marcio Lima;
  2. Cláudia Andréa Lima Cardoso;
  3. Luís Humberto da Cunha Andrade;
  4. Márcia Regina Martins Alvarenga.

Pesquisador citado da UCDB:

  1. Reginaldo Brito da Costa.

Investimentos em pesquisa

Eduardo Riedel disse ainda que o Governo do Estado tem investido em pesquisa, mesmo diante da crise econômica gerada pela pandemia. Em agosto passado, por exemplo, foi firmada uma parceria estratégica com o Ministério da Educação, por meio da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) que viabilizou investimento de R$ 7,4 milhões em bolsas de pesquisa científica para 59 cursos de pós-graduação de 5 universidades de Mato Grosso do Sul: UFMS, UEMS, UFGD, UCDB e Uniderp.

“O desenvolvimento da pós-graduação é estratégico para Mato Grosso do Sul, especialmente diante das mudanças climáticas, do apelo pela sustentabilidade, do desafio da inovação em todas as áreas da sociedade. É por meio da ciência e da pesquisa científica que conseguimos dar as respostas que precisamos para promover o nosso desenvolvimento”, disse o secretário.

Ao todo, serão ofertadas 65 bolsas de mestrado, 46 de doutorado e 21 de pós-doutorado, totalizando 132 bolsas pagas por até 36 meses nas áreas de bioeconomia e biotecnologia, desenvolvimento sustentável, gerenciamento da inovação: produtos e processos, segurança pública e fronteiras.


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