Semana On

Sábado 24.jul.2021

Ano IX - Nº 453

Campo Grande

Estratégia de fortalecimento da atenção primária em Campo Grande é destaque nacional

Entre 2017 e 2021, o Município saltou da última colocação entre as capitais para a oitava na cobertura da área da saúde, que visa a prevenção a doenças e acompanhamento da população

Postado em 29 de Junho de 2021 - Redação Semana On

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Campo Grande é destaque nacional na ampliação de estratégias de fortalecimento da atenção primária em saúde. Entre 2017 e 2021, o Município saltou da última colocação entre as capitais para a oitava na cobertura da área da saúde, que visa a prevenção a doenças e acompanhamento da população. 

“Este é o maior salto dentre todas as capitais do país. Éramos com a pior cobertura, sendo que, além disso, pelo menos um terço das equipes de saúde da família do município estavam com defasagem médica. Hoje nós ampliamos o número de equipes e ainda garantimos que todas elas estão completas”, comemora o secretário municipal de saúde, José Mauro Filho. 

O prefeito Marquinhos Trad reforçou: “Quando a gente reúne pesquisadores da saúde pública em um projeto que visa a atenção primária, a gente cuida das pessoas e assim evita de tratar doenças preveníveis”. 

A atuação do Município foi destaque na edição extra da revista “Ciência Saúde Coletiva”, onde o tema, desta vez, foi a inovação na atenção primária, lançada nesta segunda-feira (28). Nela, o artigo que trata a respeito do Laboratório de Inovação na Atenção Primária em Saúde (INOVAAPS) é o que norteou a publicação dos demais trabalhos nesta edição da revista. 

Uma das principais medidas que ampliaram a cobertura da atenção primária através do INOVAAPS, é a abertura de vagas para residentes em medicina da família e comunidade e multidisciplinar em saúde da família, outro marco para Campo Grande. “Nós fomos um dos únicos municípios do país que ampliou a oferta de residências mesmo durante a pandemia”, comenta José Mauro. 

“Este projeto é um laboratório de inovação para que possamos aprender aqui e replicarmos pelo país”, comenta o secretário municipal de saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, que também participou da implementação do projeto antes de assumir a pasta.


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