Semana On

Quinta-Feira 22.ago.2019

Ano VII - Nº 359

Coluna

Ipems e Ranking colocam Azambuja na frente em MS

As notícias que fizeram a semana política em MS, com Marco Eusébio

Postado em 19 de Setembro de 2018 - Marco Eusébio

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Faltando duas semanas e um dia para as eleições, pesquisa Ipems sobre a disputa do Governo de MS aponta, na estimulada, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) na frente com 42,94% das intenções de voto e o juiz Odilon de Oliveira (PDT) em segundo com 29,35%. Depois deles, aparecem Júnior Mochi (MDB) com 7,77%, Humberto Amaducci (PT) com 4,76%, Marcelo Bluma (PV) com 2,62% e João Alfredo (PSOL) com 0,72%. Votos brancos, nulos, indecisos e que não responderam somam 11,84%. Conforme o jornal, a soma dos índices dos demais candidatos é de 45,22% e Azambuja, com 42,94%, precisa de pelo menos mais dois pontos para conseguir uma "vitória apertada" já no primeiro turno. A pesquisa foi feita com 1.500 eleitores em 40 municípios representativos de MS do dia 16 a 20 (ontem) e registrada no TRE com nº MS 07532/2018 e no TSE com nº 23.549/2017.

Azambuja tem 32,50% e Odilon 24,25%, diz pequisa Ranking

Nova pesquisa sobre intenção de voto para governador de Mato Grosso do Sul feita pelo Ranking diz que depois de cair seis pontos em relação à pesquisa do dia 9 deste mês e chegar a 30,08% na do dia 17, após a Operação Vostok, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) reagiu positivamente e agora está com 32,50% na estimulada. Ao mesmo tempo, o segundo colocado juiz Odilon (PDT) recuou de 28,33% para 24,25%. Em terceiro segue o deputado Junior Mochi (MDB), que foi de 16,41% para 19,50%. Em quarto, empatados tecnicamente, estão Humberto Amaducci (PT) que foi de 4,58% para 3,50% e Marcelo Bluma (PV) que scilou de 2,75% para 3,25%. João Alfredo (Psol) oscilou de 2% para 1,41%. Brancos, nulos e indecisos oscilaram de 15,59% para 15,85%. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores em 20 municípios de MS do dia 17 até 20 (ontem) e está registrada MS-04036/2018 e BR-08894/2018.

Ranking: Sem Delcídio, Nelsinho lidera e Moka disputa 2ª vaga no Senado com Zeca

Sem Delcídio do Amaral (PTC) que pediu registro da candidatura no dia 17 – e que será incluído em novo levantamento que será divulgado na próxima quarta-feira - pesquisa Ranking para o Senado aponta que, na soma dos índices para intenção de voto para as duas vagas de MS, Nelsinho Trad (PMDB) segue na liderança com 38,16% e que os primos Waldemir Moka (MDB) com 19,41% e Zeca do PT com 19%, estariam disputando voto a voto a segunda vaga, tecnicamente empatados na margem de erro de 2,83 pontos, para mais ou para menos. Depois deles, também em empate técnico, aparecem Sergio Harfouche (PSC) com 11,83%, Bettini (PMB) com 10,33% e Marcelo Miglioli (PSDB) com 10,16% (veja os demais no gráfico acima e a anterior aqui). Brancos, nulos e indecisos são 71,22% e o site explica que a soma ultrapassa os 100% devido a múltiplas respostas. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores em 20 municípios de MS entre os dias 17 e 20 e está registrada na Justiça Eleitoral com os números MS-04036/2018 e BR-08894/2018.

Delcídio registra candidatura ao Senado

Delcídio do Amaral, filiado ao PTC, registrou sua candidatura ao Senado na Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul. "Foi aos 45 do segundo tempo", disse o ex-senador, ao informar que o registro foi feito por seus advogados no TRE-MS, em substituição César Nicolatti, também do PTC, que desistiu da disputa. Delcídio, que foi absolvido em na ação penal a que respondia por obstrução de Justiça no caso Cerveró, buscou embasamento jurídico para se candidatar e agora aguarda deferimento da Justiça Eleitoral.

Deputados querem 'folga eleitoral' em MS

Com 22 dos 24 deputados candidatos, a Assembleia Legislativa avalia suspender as três sessões da semana que antecede as eleições do dia 7 de outubro. A folga, foi proposta pelo deputado Paulo Corrêa (PSDB), que disputa a reeleição, sob alegação de que o Congresso cancelou as sessões das duas semanas que antecedem as eleições, liberando deputados e senadores. Conforme o site, o presidente da Casa, Júnior Mochi, candidato ao governo pelo MDB, vai consultar as lideranças das bancadas. Caso a folga seja aprovada, haverá um esforço concentrado para antecipar a pauta de votação de matérias.

Zeca de volta à Câmara

O ex-governador Zeca do PT, que antes de virar deputado federal foi vereador em Campo Grande, visitou a Câmara onde foi recebido por vereadores dos vários partidos. "Fui visitar meus antigos colegas e amigos que lá deixei. Sabe, de todas as disputas que já fiz, a mais desafiadora é a de vereador. Foi pra mim uma experiência gratificante, que me orgulha muito ter tido. Fui e sai orgulhoso com as manifestações de carinho que recebi", comentou hoje. Questionado se aproveitou para pedir uns votos, o Zeca, que agora é candidato ao Senado, respondeu: "Nem precisou pedir. Muitos manifestaram espontaneamente."

Sobre pedidos de impeachment do governador tucano, a defesa foi petista

Foram lidos na Assembleia os pedidos de impeachment do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), reapresentados após Operação Vostok que apura supostos pagamentos de propina para concessão de benefícios fiscais em MS. Teve protesto na plateia, e ninguém da base defendeu o tucano. Quem subiu à tribuna foi o deputado Pedro Kemp (PT). Lembrou que o episódio foi baseado em delação do Joesley Batista, da JBS, e desceu a lenha nos delatores, defendendo Lula, ao frisar que "delação sem prova pode levar à injustiças", e citar o caso do ex-presidente, que, na opinião dele, "foi condenado sem provas". Disse ainda que o caso corre em segredo de Justiça e que a Procuradoria Geral da República não liberou informações à Casa. E que, mesmo assim, a CPI conseguiu o bloqueio de bens da JBS e ressarcimento de danos ao Estado.

Kemp salientou que, sem acesso aos dados em sigilo, a CPI não encontrou provas contra o governador, e que como a nova operação é baseada nas tais denúncias, não há fatos novos. "Com relação à denúncia de recebimento de propina por parte do governo, do governador do Estado, do envolvimento de outras pessoas, este processo segue no STJ e está em segredo de justiça, portanto, nós não temos nenhum fato novo", afirmou Kemp. E concluiu: "Vamos aguardar o fim das investigações." Ou seja, a melhor defesa do governo tucano foi feita pelo petista. Veja o vídeo.

TRE confirma candidatura de Zeca do PT

O deputado federal Zeca do PT é, oficialmente, candidato a uma das duas vagas no Senado em disputa nas eleições deste ano. Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) rejeitou pedidos de impugnações feito pela coligação encabeçada pelo MDB e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) alegando suspensão dos direitos políticos – que acabou retirada pelo Tribunal de Justiça (leia aqui) – no chamado caso da "farra da publicidade" na época em que o petista foi governador de MS.


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