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Ano VII - Nº 328

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Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul aumenta exportações em 22% em um ano

A soja em grão se mantém como o produto mais exportado por Mato Grosso do Sul, representando 39,32% das exportações

Postado em 11 de Setembro de 2018   - Redação Semana On

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As exportações de Mato Grosso do Sul cresceram 22% entre janeiro e agosto de 2018 na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando US$ 3,9 milhões. Os números divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) foram compilados na Carta de Conjuntura elaborada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

A balança comercial de Mato Grosso do Sul acumula saldo de US$ 2,207 milhões de janeiro a agosto de 2018, sendo que o resultado é 28% maior que o saldo do mesmo período do ano passado. As importações também cresceram 15% no período analisado.

A soja em grão se mantém como o produto mais exportado por Mato Grosso do Sul, representando 39,32% das exportações em oito meses de 2018 e com crescimento de 277,74% na relação com o mesmo período de 2017. Já o segundo lugar fica com a celulose, que também se destaca no crescimento das vendas para o mercado externo em 104% em um ano e representando atualmente 31% da balança comercial do Estado.

A carne de aves (-23,9%), o açúcar (-71%), o milho (-58%) e o ferro-gusa (-46%), são os principais produtos com redução significativa nas exportações de 2018 comparadas a 2017. Enquanto que os óleos e gorduras vegetais e animais aumentaram em 89% as vendas a outros países neste ano e o minério de ferro em 33%.

O gás natural continua sendo o principal produto das importações sul-mato-grossenses, sendo que entre janeiro e agosto as importações cresceram 35% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Em termos de destino das exportações há uma concentração nas exportações para a China, representando cerca de 50,99% do valor total das exportações no período. A Argentina aparece em segundo, com aumento de 47% no último ano, devido a demanda pelos grãos sul-mato-grossenses.


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