Semana On

Quinta-Feira 22.ago.2019

Ano VII - Nº 359

Coluna

Não sei se vou ou se fico, se fico ou se vou

A política, no que ela tem de surreal, com o jornalista Victor Barone

Postado em 22 de Agosto de 2018 - Victor Barone

Clique aqui e contribua para um jornalismo livre e financiado pelos seus próprios leitores.

Jair Bolsonaro (PSL) anda a passos trôpegos. Nas últimas semanas fez que foi mas não foi, que vinha e ficou. Imaginando que a cabeça do eleitor é um saco sem fundo para platitudes, propostas vazias e memes engraçadinhos, o queridinho da extrema direita e do idiotismo útil percebeu que paciência para gracinhas, ideias sem sentido e pouco caso com a democracia têm limites.

Prova disso foram as idas e voltas que ele deu em relação a sua participação nos debates. Em um primeiro momento, Bolsonaro disse que participaria de todos, já que conta apenas com oito segundos para propaganda eleitoral gratuita na televisão.  Na quarta (22), o presidente do PSL disse que o candidato estaria de “saco cheio” de debates que não levam a nada e chegou a descartar a participação dele nos eventos. No dia seguinte, Bolsonaro deu um passinho pro lado, disse que “a princípio” participaria dos próximos debates.

No debate da Band Bolsonaro entrou na pilha de Guilherme Boulos e voltou a negar que a ‘Wal do Açaí’ fosse uma funcionária fantasma do seu gabinete. Foi desmentido no dia seguinte. Na Rede TV!, negou ter declarado que mulher pode receber contracheque menor que o dos homens. É muito fácil localizar na internet o vídeo da entrevista em que Bolsonaro declara sobre as mulheres: “Eu não empregaria com o mesmo salário”.

O fato é que Bolsonaro não se sai bem quando o debate segue as regras da lógica e da troca de ideias. Está muito acostumado ao grito, à imposição. O capitão tomou um verdadeiro pau de Marina Silva (Rede) no debate da Rede TV! Aos ser confrontado por suas afirmações machistas e misóginas. As mulheres, que representam 52% dos eleitores brasileiros, perceberam. O resultado, também foi pinçado pelos “pensadores” da campanha de Bolsonaro. Melhor ficar quieto do que falar asneiras e copiar cola na palma da mão...

Colinha

Na Rede TV!, Bolsonaro chegou a produzir uma “cola”, para não esquecer de escalar seu cabo eleitoral invisível. Escreveu na mão: “pesquisas”, “armas” e “Lula”. Sobre Lula, disse que havia um púlpito reservado para ele no estúdio. Que teria sido retirado a seu pedido, pois lugar de bandido é na cadeia. Em verdade, a peça saiu de cena por vontade da maioria dos candidatos.

Bolsonaro e o tapetão

Réu em duas ações penais sob acusação de incitação ao estupro e alvo de outra denúncia por racismo que deve ser analisada na semana que vem pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) perguntou se querem tirá-lo da disputa eleitoral "no tapetão" e no "ativismo judicial" depois de ser questionado sobre a contestação a sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na semana passada, um advogado de Mangaratiba (RJ) entrou com uma representação na Justiça Eleitoral contra o candidato. Rodrigo da Luz argumentou que o deputado federal não pode exercer a Presidência da República por já ser réu no Supremo por suposto crime de apologia ao estupro e injúria -- ele disse que não estupraria a também deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela "não merece". Os processos estão sob a relatoria do ministro Luiz Fux.

Turma do fundão

Os candidatos Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (PSOL) riem e fazem comentários entre si durante pergunta de Jair Bolsonaro (PSL) a Cabo Daciolo (Patriota) no debate entre presidenciáveis realizado pela RedeTV! na sexta-feira (17).

Um cristão com coração de pedra

Questionado sobre a crise migratória de venezuelanos em Roraima, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) defendeu que o Brasil adote postura mais dura contra o governo de Nicolás Maduro e propôs a criação de um campo de refugiados, que seria auxiliado pela ONU. "Tem que abrir um campo de refugiados. Não pode deixar o pessoal jogado na rua, deixar o pessoal fazendo necessidades fisiológicas na rua. Ficar na rua praticando atos de vandalismo ou de crimes", afirmou.

FHC e a ameaça extremista

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse estar assustado com a possibilidade de o deputado Jair Bolsonaro (PSL) chegar ao segundo turno da eleição presidencial. Para ele, Bolsonaro traz soluções simplistas e autoritárias para problemas complexos do país. Em entrevista ao Globo, FHC afirmou que o país começa oficialmente a campanha eleitoral mergulhado num clima de ódio e medo. O tucano admitiu a possibilidade de uma aliança entre PSDB e PT caso um dos partidos chegue ao segundo turno contra Bolsonaro. A única vez que isso ocorreu foi em 1989, quando o candidato tucano, Mário Covas, declarou apoio a Lula contra Fernando Collor (PRN).

Vou te pegar lá fora

O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu à declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de que PT e PSDB devem se juntar, em um eventual segundo turno, para derrotá-lo (leia a nota acima). Em vídeo publicado em suas redes sociais, Bolsonaro retrucou. Segundo ele, tucanos e petistas são “farinha do mesmo saco” e agem juntos para “conseguir um indulto” para o ex-presidente Lula e todos os condenados no mensalão e no petrolão.

Tal pai, tal filho

Adversário dos sonhos

Em resposta a declarações como a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre eventual aliança entre PT e o PSDB para derrotar Jair Bolsonaro (PSL) – leia acima - o tucano Geraldo Alckmin tem dito que a narrativa interessa a seus adversários. "O sonho de todo mundo é ir com Bolsonaro para o segundo turno", diz o presidenciável a interlocutores, quando questionado sobre a aventada aliança com o PT. De acordo com o raciocínio exposto pelo candidato do PSDB, o capitão reformado seria mais derrotável do que ele próprio pelo perfil desagregador.

Educando desde cedo

O candidato do PSL à Presidência da República nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, voltou a inovar. A proposta é ensinar as criancinhas a usar armas de fogo. Nesta semana, resolveu ensinar uma criança a fazer um gesto de “arma” com a mão em um ato público de campanha. A um garoto que estava em seus braços com a farda infantil da Polícia Militar, o presidenciável disse: “Você sabe atirar? Você sabe dar tiro? Atira. Policial tem que atirar”.

Questionado sobre o assunto, Bolsonaro disse não ver problema no gesto. “Qual é o problema? O armamento é inerente ao ser humano e à sua defesa. Isso está na Bíblia. A própria Marina Silva este ano deu entrevista à revista Marie Claire dizendo que só não sofreu violência quando era jovem, menor de idade, porque tinha uma arma espingarda consigo”, afirmou.

Foice Times

Jair Bolsonaro tuitou foto (abaixo) em que era entrevistado por Matt Sandy para a revista Time e escreveu que avisaria da data de publicação.

Na quinta (23), Sandy tuitou o link para a reportagem e escreveu: “Bolsonaro, o autocrata amante de ditadura que pode ser o próximo presidente do Brasil”. No título da reportagem, “Bolsonaro ama Trump, odeia gays e admira autocratas”. No texto, o jornalista descreve:

“Trump pode ser politicamente incorreto, mas Bolsonaro vai muito, muito além. Só nesta entrevista, ele defende a possibilidade de violência desenfreada do Estado; iguala a homossexualidade à pedofilia; e apoia o ditador chileno Augusto Pinochet, cujos capangas estupravam mulheres com cães, assim como o presidente filipino Rodrigo Duterte, que se gaba de matar suspeitos de crimes pessoalmente.”

PT é o preferido

O PT atingiu 24% de preferência partidária após o início da disputa eleitoral deste ano, o melhor desempenho da sigla desde maio de 2014, informa pesquisa Datafolha. Naquela ocasião, 23% do eleitorado tinha simpatia pelo partido. O partido cresceu em relação ao levantamento anterior, de junho deste ano, quando foi mencionado por 19%.  A despeito da prisão do principal líder da sigla, o ex-presidente Lula, o predomínio petista na preferência do eleitorado permanece incontestável. Empatados em segundo lugar, PSDB e MDB foram citados por apenas 4% dos entrevistados. PDT, PSB e PSOL tiveram 1% dos votos. As demais siglas não pontuaram.

Lula aprovado

De acordo o Barômetro Político Estadão-Ipsos, o ex-presidente Lula, preso e condenado a 12 anos e 1 mês de prisão é aprovado por 47% da população. É a maior entre as 17 personalidades apresentadas pelo Ipsos aos eleitores. Em segundo lugar aparece o juiz Sérgio Moro, responsável pela condenação do ex-presidente em primeira instância, com 41%. A seguir estão Marina Silva, com 30%, e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, com 28%.

Lula venceria no segundo turno

Simulação do Datafolha mostra que Lula ganharia o segundo turno contra qualquer um dos oponentes. Jair Bolsonaro só venceria Fernando Haddad. Alckmin derrotaria Bolsonaro, Ciro e Haddad. Empataria tecnicamente com Ciro.

Simulação 2º turno

Lula (PT) - 51%
Marina Silva (Rede) - 29%

Lula (PT) - 52%
Jair Bolsonaro (PSL) - 32%

Lula (PT) - 53%
Alckmin (PSDB) - 29%

Marina (Rede) - 45%
Bolsonaro (PSL) - 34%

Alckmin (PSDB) - 41%
Bolsonaro (PSL) - 33%

Alckmin (PSDB) - 37%
Ciro (PDT) - 31%

Marina (Rede) - 41%
Alckmin (PSDB) - 33%

Ciro (PDT) - 38%
Bolsonaro (PSL) - 35%

Alckmin (PSDB) - 43%
Haddad (PT) - 20%

Bolsonaro (PSL) - 38%
Haddad (PT) - 29%

Voto migrado

Cerca de 40% dos eleitores de Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) dizem que votariam "com certeza" no candidato apoiado por Luiz Inácio Lula da Silva, aponta a mais recente pesquisa Datafolha. O percentual indica que a dupla travará uma batalha acirrada com Fernando Haddad (PT), que deve substituir o ex-presidente na corrida. Marina e Ciro são os candidatos que mais crescem quando Lula é excluído do cenário eleitoral. A ex-senadora herda parte dos votos do petista e sobe de 8% para 16%. Já Ciro passa de 5% para 10%. Boa parte do eleitorado da dupla, no entanto, permanece na zona de influência do ex-presidente. Entre aqueles que declaram voto em Marina, 38% dizem que escolheriam o nome apoiado por Lula. No caso de Ciro, esse índice é de 42%.

Bem na foto

Preso condenado por corrupção e virtualmente inelegível, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu disparado na liderança das últimas três pesquisas de intenção de votos. No Datafolha, contabilizou 39%, seguido por Bolsonaro (PSL), com 19%. Aparecem embolados no terceiro posto Marina Silva (Rede, com 8%), Geraldo Alckmin (PSDB, 6%) e Ciro Gomes (PDT, 5%). Na primeira pesquisa Ibope após oficialização de candidaturas, ex-presidente tem 37% dos votos, seguido por Bolsonaro, com 18%, e Marina Silva, com 6%.  Finalmente, a pesquisa CNT coloca Lula com 37,3% das intenções de voto. Na sequência aparecem Bolsonaro com 18,8%, Marina com 5,6%, Alckmin com 4,9% e Ciro Gomes com 4,1%.

Mais rejeitados

Os principais candidatos à Presidência começam oficialmente a campanha eleitoral desaprovados pela maioria absoluta da população, indica a pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, que analisa a opinião dos brasileiros sobre personalidades do mundo político e jurídico. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) lidera o ranking da desaprovação, com 70% de rejeição. Em segundo lugar, com 65%, aparece o ex-ministro e ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT). Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os dois estão empatados tecnicamente. Na sequência vêm Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede), com 61% de desaprovação, Henrique Meirelles (MDB), com 60%, e Fernando Haddad (PT), com 59%. Os quatro estão em empate técnico.

Rejeitados

Embora lidere o cenário em que o ex-presidente Lula não é candidato, com 22% da preferência, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) acumula dois indicadores negativos, de acordo com pesquisa Datafolha. Bolsonaro é o candidato mais rejeitado: 39% dizem que não votariam nele em hipótese alguma. Lula, que lidera quando tem seu nome apresentado, tem a segunda maior rejeição (34%).

Em quais desses nomes você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno:

Jair Bolsonaro (PSL) - 39%
Lula (PT) - 34%
Geraldo Alckmin (PSDB) - 26%
Marina Silva (Rede) - 25%
Ciro Gomes (PDT) - 23%
Henrique Meirelles (MDB) - 21%
Fernando Haddad (PT) - 21%
Cabo Daciolo (Patriota) - 20%
Vera (PSTU) - 20%
Eymael (DC) - 19%
Guilherme Boulos (Psol) - 18%
João Goulart Filho (PPL) - 17%
João Amoêdo (Novo) - 17%
Alvaro Dias (Podemos) - 16%
Rejeita todos/não votaria em nenhum - 4%
Votaria em qualquer um - 2%
Não sabe - 4%

Mostra eu

Michel Temer está irritado com Henrique Meirelles, o presidenciável do MDB. Alheio à sua própria radioatividade, Temer se queixa de que seu ex-ministro da Fazenda não o defende dos ataques dos outros candidatos ao Planalto. Reprovado por oito em cada dez brasileiros, o presidente cobra “lealdade” de Meirelles. O mais provável é que a irritação de Temer aumente, pois Meirelles não parece entusiasmado com a ideia de encostar sua candidatura na impopularidade de Temer. Segundo o Datafolha, 92% do eleitorado declara que jamais votaria num candidato apoiado pelo atual inquilino do Planalto.

As rainhas do samba

Conhecidas pela discrição e pela formalidade, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, caíram no samba. A presidente do Superior Tribunal de Justiça, Laurita Vaz, também aderiu à festa. Elas dançaram e soltaram a voz ao lado da cantora Alcione no embalo do clássico “Não deixa o samba morrer”. O raro momento de descontração foi propiciado pelo seminário “Elas por Elas”, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido por Cármen.

Incontinência urinária

Marina Maligna

A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, renovou as críticas a declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O tucano disse, em entrevista publicada no jornal O Globo, que falta à ex-senadora um pouco de "malignidade". "O excesso de malignidade foi que levou o Brasil a esta situação de calamidade. É preciso que a gente bote uma forcinha na virtude", rebateu Marina, em entrevista após participação em fórum com presidenciáveis da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib), em São Paulo.

Calúnia

A Terceira Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), condenou, por três votos a dois, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, a pagar indenização de R$ 300 mil ao presidente Michel Temer (MDB) por danos morais. A Agência Brasil apurou que Temer doará o dinheiro a instituições de caridade. O presidente processou o empresário porque ele o acusou de chefiar “a mais perigosa organização criminosa do país”, em entrevista à revista Época, em junho de 2017. A acusação de Joesley ganhou a capa da revista.

Falando em quadrilha

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu que ação penal envolvendo membros do MDB - o chamado “quadrilhão” do MDB - será julgada pela 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília. O processo envolve líderes do MDB e aliados do presidente Michel Temer e é um desdobramento da segunda denúncia que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou contra Temer no ano passado, depois barrada pela Câmara dos Deputados. Na denúncia, o próprio presidente e os então ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco são acusados de, junto com outros réus, terem atuado como um “quadrilhão” na Câmara.

Golpe em mim não

Eleitor de Ciro Gomes (PDT), Caetano Veloso deixou Michel Temer (MDB) chateado ao fazer comparações entre seu candidato e o presidente. O cantor tachara Temer de “dissimulado”. Acusara-o de criar “conchavos”. Dissera que, enquanto “Ciro fala com coragem”, Temer “cala com astúcia”. Temer determinou à sua assessoria que enviasse ao eleitor especial de Ciro uma extensa resposta. Em vídeo, Caetano ironizou, entre risos: “A última pessoa para quem o Temer escreveu uma carta comprida foi a Dilma. A turma dele deu um golpe contra ela. Será que eles vão dar um golpe contra mim? Eu sou difícil de destituir”.

No Judiciário não

Ex-ministra do STJ Eliana Calmon afirma que faltou a Lava Jato chegar ao Poder Judiciário e que CNJ se transformou em um órgão de controle que não funciona. Jurista, ela participou de debate na Casa Pública, no Rio de Janeiro, com o jornalista Felipe Recondo, do Jota, e a advogada Juliana Cesario Alvim. A condução da conversa foi de Chico Otávio, repórter do jornal O Globo. Em pauta: o Judiciário em crise. A seguir, alguns trechos da conversa, também disponível na íntegra em vídeo no canal da Pública no YouTube.

Olha o alemão

Geraldo Alckmin (PSDB) trocou sua vice pela de Ciro Gomes (PDT) em entrevista à TV Record hoje, quando indagado sobre políticas públicas para reduzir os índices de feminicídio no País: "Eu convidei para vice-presidente da República a senadora Kátia Abreu". Depois corrigiu, dizendo que sua vice é a senadora Ana Amélia. Mas, ao vivo, a gafe já tinha ido ao ar (veja o vídeo abaixo). Não é a primeira vez. No começo do mês, Alckmin cumprimentou Luciano Huck e... Eliana. O apresentador de TV (que já namorou Eliana) contou ao tucano que casou, faz tempo, com outra apresentadora, a Angélica.

Dilma xingada

Dilma Rousseff que trocou Porto Alegre por Belo Horizonte para tentar conquistar uma vaga ao Senado, foi xingada de "vagabunda", "f.d.p.", "à toa" e “Vai caçar voto na p.q.p." por uma mulher, que postou vídeo nas redes sociais, ao andar de bicicleta no parque da Lagoa da Pampulha em Belo Horizonte neste domingo. A petista respondeu alguma coisa, que não é compreensível no vídeo onde é possível ver um carro preto e seguranças acompanhando a ex-presidente. Dilma postou no Instagram a foto acima de sua pedalada e disse estar de bom humor, mas não citou as ofensas da eleitora mineira. Veja o vídeo.


Voltar


Comente sobre essa publicação...