Semana On

Domingo 25.ago.2019

Ano VII - Nº 360

Comportamento

Que fatores podem causar o comportamento agressivo?

Genética e educação são fatores que aumentam risco de agressividade.

Postado em 30 de Junho de 2014 - Redação Semana On

Existem algumas alterações hormonais que podem gerar mudanças de humor e irritação, mas não necessariamente levam a um comportamento agressivo. Existem algumas alterações hormonais que podem gerar mudanças de humor e irritação, mas não necessariamente levam a um comportamento agressivo.

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Você se considera uma pessoa tranquila? O que te faz ficar mais agressiva? O endocrinologista Alfredo Halpern explica que existem algumas alterações hormonais que podem gerar mudanças de humor e irritação, mas não necessariamente levam a um comportamento agressivo.

Existem alguns fatores, no entanto, que podem tornar uma pessoa agressiva, como as bebidas alcoólicas. No caso do álcool, o abuso pode oferecer risco para a saúde e ainda prejudicar a relação com as outras pessoas, já que muitas se sentem mais agressivas depois que bebem. Para quem exagerou, a dica é beber um pouco de água entre as doses para repor a desidratação que o álcool causa, como alerta o endocrinologista Alfredo Halpern.

Segundo o neurologista André Palmini, é importante ressaltar que a genética também pode influenciar no desenvolvimento do comportamento agressivo, assim como a educação e a criação de cada pessoa - fatores como o carinho e cuidado dos pais, briga na família e privações na infância, por exemplo, podem interferir. Há tipos diferentes de agressividade, no entanto - existe a reativa, que acontece depois que a pessoa foi agredida, sem pensar; mas há ainda a intencional. No caso dos jogos de futebol, uma das maneiras de controlar as agressões entre os jogadores é a punição.

Além da punição, existem outros fatores que ajudam a conter o comportamento agressivo, como o medo, a preocupação e o arrependimento - esses sentimentos funcionam como uma espécie de "freio". No entanto, o neurologista explica que algumas pessoas têm mais capacidade de "freio" do que outras, explica o neurologista.


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