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Sexta-Feira 05.mar.2021

Ano IX - Nº 432

Coluna

A menina índigo e Entre irmãs são estreias nacionais da semana

Como se tornar o pior aluno da escola também entram em cartaz

Postado em 13 de Outubro de 2017 - Danilo Custódio

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Os filmes nacionais "A menina índigo" e "Entre irmãs" são os destaques entre as estreias da semana nos cinemas brasileiros.

O primeiro é o novo trabalho de Wagner de Assis. É o mesmo diretor de "Nosso lar", que foi um fenômeno dos cinemas brasileiros em 2010, com mais de 4 milhões de espectadores. O tema agora é uma garotinha que acredita ter um poder especial de curar pessoas.

Quem faz o papel é Letícia Braga. O elenco tem ainda o Murilo Rosa e a Fernanda Machado como os pais dela. O filme discute temas como conflitos familiares, separação, escola, educação e o uso de medicamentos em crianças.

O outro nacional é "Entre irmãs", estrelado por Marjorie Estiano e Nanda Costa. A história se passa no nordeste, nos anos 1920 e 1930. As irmãs do título enfrentam um mundo machista e difícil para afirmação feminina. O diretor é Breno Silveira, o mesmo de sucessos como "2 filhos de Francisco" e "Gonzaga – De pai para filho".

Entre irmãs

Parceiros no sucesso “2 Filhos de Francisco” (2005), o diretor Breno Silveira e a roteirista Patrícia Andrade renovam sua receita de melodrama familiar em “Entre Irmãs”.

Inspirado no romance “A Costureira e o Cangaceiro”, de Frances de Pontes Peebles e ambientado nos anos 1930, o drama retrata a vida das irmãs Luzia (Nanda Costa) e Emília (Marjorie Estiano).

Órfãs criadas por uma tia, Sofia (Cyria Coentro), as meninas são inseparáveis. Cresceram na pequenina Taquaritinga do Norte (PE), treinadas pela tia para se tornarem costureiras como ela. Apesar de sua ligação, as irmãs têm personalidades bem diferentes: Emília é romântica e espera a chegada de um príncipe encantado; amargurada por ter um braço paralisado desde a infância, Luzia é mais dura e não espera o amor.

Um dia, o bando do cangaceiro Carcará (Júlio Machado), chega a Taquaritinga, e decide levar Luzia consigo quando deixa a região. Emília e Sofia vestem luto, sem ter notícias de Luzia por um bom tempo. Enquanto isso, o sonho de Emília parece realizar-se quando um jovem do Recife, Degas (Rômulo Estrela), a pede em casamento.

Como se tornar o pior aluno da escola

Baseado no livro homônimo do comediante Danilo Gentili, “Como se tornar o pior aluno da escola” é uma comédia para quem consegue achar graça em cenas com urina, fezes, vômito, destruição de livros e pedofilia. Tudo isso no cardápio indigesto do filme dirigido pelo estreante Fabrício Bittar.

Os protagonistas são Bernardo (Bruno Munhoz) e Pedro (Daniel Pimentel), que, cansados de ser alunos aplicados, resolvem radicalizar quando encontram um antigo manual de pior aluno da escola escondido num banheiro. Eles chegam ao dono do caderno (Gentili), que, algumas décadas atrás, aterrorizou a escola.

O principal inimigo dos garotos é o diretor (Carlos Villagrán, o eterno Quico, do programa “Chaves”). Com ajuda do novo amigo, farão de tudo para acabar com a reputação do dirigente. Serem expulsos poderá ser um bônus, no final das contas.


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