Semana On

Sexta-Feira 24.nov.2017

Ano V - Nº 281

Gov Refis

Mato Grosso do Sul

Setor avícola gera 8,8 mil empregos diretos em MS

Com um rebanho de 22 milhões de aves, Estado abate 643 mil ao dia

Postado em 29 de Agosto de 2017   - Redação Semana On

Mato Grosso do Sul se posiciona como espaço ideal para investimentos no setor avícola. O Estado abate 643 mil aves ao dia e, para isso, tem um rebanho de 22 milhões de aves.

São cinco frigoríficos instalados em cidades estratégicas do Estado e que juntos, empregam 6.444 funcionários formais na indústria de abate de aves. Nos 1.216 galpões pertencentes a 431 produtores, trabalham outros 2.432 funcionários diretos.

Os dados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) e da Câmara Setorial da Avicultura, demonstram que o número de abates cresceu 56% nos últimos dez anos, enquanto a produção teve alta de 70% nesse período.

A maior planta frigorífica está em Sidrolândia e pertence ao grupo JBS, que também tem unidade de aves em Caarapó. A Frango Bello tem plantas em Itaquiraí e Aparecida do Taboado.  Na segunda maior cidade do Estado, está a unidade da BRF.

Lugar ideal

Mato Grosso do Sul é hoje, considerado o Estado brasileiro com as condições mais favoráveis para o investimento em empreendimentos de suinocultura e avicultura. Os fatores e o desempenho que fez o Estado chegar a esse patamar serão apresentados amanhã (29), durante o Simpósio Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS).

O secretário titular da Semagro, Jaime Verruck, será o responsável pela palestra “Mato Grosso do Sul – O próximo destino dos seus investimentos em Suinocultura e Avicultura”, que vai elencar fatores para projetar o Estado internacionalmente no setor.

“O Brasil tem uma janela de oportunidades para a expansão da avicultura e suinocultura, seja para o consumo interno quanto para exportação. Nesse cenário, Mato Grosso do Sul reúne um conjunto de fatores que nos permite afirmar que somos o melhor lugar para expansão da suinocultura e avicultura no Brasil”, diz Jaime Verruck.

Entre esses fatores, destaca-se a proximidade com os grandes centros de consumo do país; a atuação dos principais players do mercado nacional; disponibilidade abundante de matéria-prima para a produção de ração; programa de incentivos fiscais; oferta de crédito específico para empreendimentos do setor, com juros competitivos, por meio do FCO – Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste e estrutura fundiária adequada para esse tipo de atividade.


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