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Mundo

Índice de aprovação de Donald Trump volta a cair, dizem pesquisas

Cientista pede impeachment de presidente em mensagem escondida em demissão

Postado em 25 de Agosto de 2017   - Redação Semana On

Duas pesquisas publicadas na quarta (23) mostram uma queda ainda maior na aprovação do presidente Donald Trump, após sua polêmica reação de condenar os dois lados pela violência que levou à morte de uma manifestante contrária aos grupos racistas que marcharam em Charlottesville, na Virgínia, no último dia 12.

A sondagem da Universidade Quinnipiac apontou que a aprovação do presidente republicano caiu de 39% para 35% na última semana, enquanto uma pesquisa Politico/Morning Consult mostrou uma queda de 44% para 39% no mesmo período.

Ainda de acordo com o levantamento Quinnipiac, 62% dos eleitores consideram que Donald Trump está contribuindo para dividir o país, enquanto 31% dizem que ele está tentando uni-lo.

Impeachment

Um cientista ligado ao Departamento de Estado dos EUA pediu demissão do seu cargo na quarta (23) em protesto contra o presidente Donald Trump.

Em sua carta de demissão endereçada ao presidente, o pesquisador Daniel Kammen publicou um pedido de impeachment de Trump em forma de acróstico, composição em que as primeiras letras de cada parágrafo formam, em sentido vertical, uma palavra ou expressão.

"Impeach", diz a palavra formada pelas primeiras letras da carta de renúncia do professor de estudos energéticos da Universidade da Califórnia em Berkeley.

"Suas ações até o momento infelizmente prejudicaram a qualidade de vida nos Estados Unidos, nossa posição no mundo e a sustentabiidade do planeta", diz a carta.

Segundo Kammen, a decisão de Trump de abandonar o Tratado de Paris, bem como a desvalorização de pesquisas ambientais e energéticas, é inaceitável para ele.

O pesquisador foi indicado ao cargo no Departamento de Estado em fevereiro do ano passado. Ele também já tinha atuado em funções governamentais por mais de duas décadas.

Segundo Kammen, sua decisão de sair está ligada a ataques do presidente "aos valores centrais dos Estados Unidos", disse, mencionando ainda a postura de Trump após os protestos racistas de Charlottesville.


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