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Sexta-Feira 22.nov.2019

Ano VIII - Nº 372

Mato Grosso do Sul

Forças Armadas terão presença permanente na fronteira

Pontos de ligação entre MS, Paraguai e Bolívia contarão com presença militar.

Postado em 19 de Janeiro de 2017 - Redação Semana On

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O presidente Michel Temer atendeu ao pedido da governadora em exercício de Mato Grosso do Sul, Rose Modesto, para disponibilizar permanentemente a presença das Forças Armadas na linha de fronteira de MS com o Paraguai e Bolívia. A solicitação aconteceu na tarde de quarta-feira (18) em reunião da governadora e mais sete governadores no Palácio do Planalto. Esta é uma reivindicação que já havia sido feita pelo governador Reinaldo Azambuja à presidência da República, em anteriores reuniões sobre Segurança Pública na capital federal.

De acordo com a governadora em exercício, o pedido é parte de um pacote de solicitações de Mato Grosso do Sul para questões de segurança que “prioritariamente passam pela fronteira”.

“Temos uma faixa extensa que infelizmente não pode estar apenas sob cuidados do Estado, o Governo Federal precisa estar permanentemente atuando nesta faixa e de maneira massiva”, pontuou Rose.

 Ainda na agenda com o presidente Michel Temer, o secretário de Estado de Justiça e de Segurança Pública, José Carlos Barbosa, avaliou o encontro como bastante produtivo. “O presidente afiançou a presença das Forças Armadas nas fronteiras e apoio ao sistema penitenciário”, apontou. O secretário já estava em Brasília e vinha de reuniões com ministros sobre o Plano Nacional de Segurança Pública.

A presença das Forças Armadas na faixa de fronteira nos limites de MS com os dois países vizinhos será com efetivos do Exército, Marinha e Aeronáutica. Após o acordo de hoje, Governos Federal e Estadual definem tramitação pertinente para o posicionamento estratégico das Forças.

Outra sinalização do presidente Temer para MS é o aumento do número de pessoal da Força Nacional no Estado. Cerca de 40% dos presos que hoje estão em Mato Grosso do Sul são oriundos do tráfico, do crime transnacional, totalmente custeados pelo Estado. Aumento do efetivo da Força Nacional, apoio financeiro ao sistema prisional, além de envio das Forças Armadas aos presídios também foram tratados na reunião desta quarta-feira.


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