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Ano IX - Nº 432

Coluna

Mato Grosso do Sul tem novo mapa turístico

Estado reduziu de 79 para 60 o número de municípios participantes de suas 10 regiões turísticas.

Postado em 15 de Julho de 2016 - Debora Bordin

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O mapa do turismo do Mato Grosso do Sul mudou. O estado reduziu de 79 para 60 o número de municípios participantes de suas 10 regiões turísticas: Caminhos da Natureza/Cone Sul (6); Bonito/Serra da Bodoquena (8); Caminho dos Ipês (9); Caminhos da Fronteira (3); Costa Leste (7); Grande Dourados (4); Pantanal (5); Rota Norte (11); Vale das Águas (4); e Vale do Aporé (3). O levantamento foi divulgado pelo Ministério do Turismo, em Brasília. Em todo o país, foram identificados 2.175 municípios em 291 regiões turísticas.

Para o ministro interino do Turismo, Alberto Alves, este redimensionamento contribui para melhorar a capacidade do Ministério do Turismo de atuar de forma coordenada com os estados, regiões turísticas e municípios, para desenvolver e consolidar novos produtos e destinos turísticos.

“Com um mapa mais enxuto e que retrata de forma mais fiel a oferta turística brasileira, poderemos focar nossos esforços e otimizar nossos resultados, afirmou.

Para a atualização do mapa, foram realizadas oficinas e reuniões em todas as 27 UFs e a validação do mapa foi feita pelos estados e Distrito Federal em seus respectivos Fóruns ou Conselhos Estaduais do Turismo.

Sobre o Mapa

O Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento de orientação para a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento de políticas públicas, tendo como foco a gestão, estruturação e promoção do turismo, de forma regionalizada e descentralizada. Sua construção é feita em conjunto com os órgãos oficiais de Turismo dos estados brasileiros.

Categorização do Novo Mapa do Turismo

Os 60 municípios do Mato Grosso do Sul presentes no Mapa do Turismo se dividem em cinco categorias, de acordo com a Categorização dos municípios das Regiões Turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro. O instrumento, elaborado pelo MTur, identifica o desempenho da economia do turismo para tornar mais fácil a identificação e apoio a cada um.

Dentro da metodologia, as cidades contempladas nas categorias A, B e C contam com 95% dos empregos formais em meios de hospedagem 87% dos estabelecimentos formais de meios de hospedagem, 93% do fluxo doméstico e têm fluxo internacional. O conjunto de municípios dos grupos D e E, reúnem características de apoio às cidades geradoras de fluxo turístico. Muitas vezes são aquelas que fornecem mão-de-obra ou insumos necessários para atendimento aos turistas.

Confira como ficou o mapa do turismo do Mato Grosso do Sul, por categoria:

CATEGORIA

2013

2016

DIFERENÇA

A

1

1

0

B

4

4

0

C

15

13

-2

D

50

38

-12

E

9

4

-5

TOTAL

79

60

-19

 

Abaixo a lista das regiões e municípios que compõem o mapa do estado

REGIÃO TURÍSTICA

MUNICÍPIO

7 Caminhos da Natureza / Cone Sul

Eldorado

Iguatemi

Itaquiraí

Japorã

Mundo Novo

Naviraí

Bonito / Serra da Bodoquena

Bela Vista

Bodoquena

Bonito

Caracol

Guia Lopes da Laguna

Jardim

Nioaque

Porto Murtinho

Caminho dos Ipês

Campo Grande

Corguinho

Dois Irmãos do Buriti

Jaraguari

Nova Alvorada do Sul

Ribas do Rio Pardo

Rio Negro

Sidrolândia

Terenos

Caminhos da Fronteira

Antônio João

Laguna Carapã

Ponta Porã

Costa Leste

Água Clara

Anaurilândia

Aparecida do Taboado

Bataguassu

Brasilândia

Selvíria

Três Lagoas

Grande Dourados

Caarapó

Dourados

Fátima do Sul

Itaporã

Pantanal

Anastácio

Aquidauana

Corumbá

Ladário

Miranda

Rota Norte

Alcinópolis

Bandeirantes

Camapuã

Costa Rica

Coxim

Figueirão

Paraíso das Águas

Pedro Gomes

Rio Verde de Mato Grosso

São Gabriel do Oeste

Sonora

Vale das Águas

Batayporã

Ivinhema

Nova Andradina

Taquarussu

Vale do Aporé

Cassilândia

Inocência

Paranaíba

 

Boa Prática

O Tribunal de Contas da União e o Senado Federal reconhecem o Mapa do Turismo Brasileiro como um instrumento de gestão para orientar o desenvolvimento de políticas públicas regionalizadas e descentralizadas. A atualização constante do documento se torna, portanto, fundamental para que esse instrumento seja eficaz e respeite os princípios de eficiência da Administração Pública.


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