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Terça-Feira 02.mar.2021

Ano IX - Nº 432

Coluna

Entre Rose e Riedel

PSDB conclui pesquisa para definir candidatura em Campo Grande.

Postado em 22 de Abril de 2016 - Marco Eusébio

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Tendo como opções a vice-governadora Rose Modesto e o secretário estadual de Governo Eduardo Riedel para disputar a Prefeitura de Campo Grande, o diretório regional do PSDB repassou nesta semana à direção municipal do partido uma pesquisa qualitativa feita para avaliar o perfil de seus pré-candidatos e o do eleitorado. "Os dois, tanto o Riedel quanto a Rose, têm qualidades bem distintas e interessantes. Essa pesquisa não veio para apontar quem é o melhor ou pior", me disse o presidente estadual do partido, Márcio Monteiro.

"O Riedel possui um perfil mais de gestor, buscando pela população de Campo Grande em virtude da forma com que a cidade vem sendo administrado. A Rose tem um perfil de pessoa acessível, com popularidade", informou.

Essa avaliação, frisou Monteiro, tem de passar pelo diretório municipal que, juntamente com os pré-candidatos, deverão definir qual a melhor alternativa de candidatura na Capital. "Isso não pode ficar em peso para o governador. Tem de ser decidida no grupo", explicou.

Questionado sobre prazos, Monteiro me disse que a intenção é de que a definição ocorra o mais breve possível. "Na minha opinião, até o fim deste mês ou, no mais tardar, na primeira quinzena de maio".

Indaguei também sobre a possibilidade de uma ruptura interna entre os grupos que apoiam Rose e os que apoiam Riedel, sendo que alguns têm alegado nos bastidores de que haveria acordo firmado pelo governador Azambuja na época de sua campanha eleitoral. O deputado licenciado como secretário de Fazenda, Márcio Monteiro, respondeu: "O governador não faria compromissos sobre candidatura com essa antecedência toda. Isso, aliás, não pode ser compromisso do governador, mas do partido, focando o momento político atual. O PSDB sempre foi democrático para tomar essas decisões".

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Simone e Moka na comissão do impeachment

Os senadores sul-mato-grossenses Waldemir Moka e Simone Tebet estão entre os cinco indicados pela bancada do PMDB como titulares para a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado. Além deles, também foram indicados como titulares pelo partido os paraibanos José Maranhão e Raimundo Lira, e a senadora capixaba Rose de Freitas. A comissão será instalada na próxima segunda-feira, quando elegerá presidente e relator.

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Servidor de MS protocola pedido de cassação de Jean Wyllys por cuspir em Jair Bolsonaro

Em Campo Grande, o servidor público Vinicius de Siqueira, conhecido por integrar manifestações contra o governo Dilma, protocolou ontem, por meio de advogado, pedido de cassação do mandato do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), por ter cuspido no deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) na sessão de votação de impeachment da Câmara, no domingo anterior, por quebra de decoro. "Nem o Big Brother, programa onde o deputado fez fama, admite este tipo de comportamento", afirmou Vinicius. "Me senti envergonhado, pois o Jean Wylls não tem o direito de cuspir em outro deputado ou qualquer outro cidadão. Se você cospe em um policial é preso por desacato". Seu pedido foi encaminhado à Mesa Diretora da Câmara e ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. (Com Correio do Estado e O Estado MS)

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Marun defende a renúncia de Dilma para evitar prolongar a crise política e econômico

Citado como um dos oito protagonistas do impeachment pelo jornal O Estado de S.Paulo, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS), defendeu hoje, em nota à imprensa, a renúncia da presidente Dilma Rousseff para que o vice-presidente Michel Temer assuma a presidência e inicie logo uma nova gestão. Para Marun, o placar de 367 x 137 deputados votando pelo afastamento da presidente sinaliza uma derrota iminente no Senado. "Esperar nova derrota no Senado é perda de tempo para um país que precisa retomar aos trilhos do desenvolvimento", diz o deputado, citando que as crises econômica e política "castigam o povo brasileiro". Para o parlamentar, Dilma e o PT "precisam ter a serenidade e humildadeneste momento histórico, para reconhecer que não têm mais condições de governar o País e evitar o desgaste que terão no Senado". "Vamos fazer um apelo para que a presidente tenha bom senso, e renuncie ao cargo, evitando mais 30 dias de sofrimento ao povo brasileiro", afirmou Marun.

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Delcídio terá última chance para depor no Conselho de Ética do Senado na terça-feira

O senador Delcídio do Amaral (MS) terá a última oportunidade para prestar depoimento no Conselho de Ética do Senado na próxima terça-feira, depois de faltar hoje mais uma vez. Se não comparecer de novo, o relator do processo por quebra de decoro, senador Telmário Mota (PDT-RR), dará por encerrada a fase probatória. Em seguida, deve intimar a defesa de Delcídio para apresentar as alegações finais, em três dias úteis a partir da intimação. A partir daí, em até 10 dias úteis, o relator deve apresentar seu parecer que poderá ser pelo arquivamento da representação; pela perda temporária do exercício do mandato; pela perda do mandato; pela transformação da representação em denúncia; ou ainda pela aplicação de advertência ou censura. O advogado de Delcídio, Raul Amaral, alegou que o parlamentar deveria falar ao conselho só após o Supremo enviar ao colegiado toda a documentação referente ao seu caso. (Com Agência Senado)

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