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Quarta-Feira 27.mai.2020

Ano VIII - Nº 394

Legislativo

Em audiência pública, consórcio diz ser impossível diminuir tarifa

Vereadores argumentaram que redução do ICMS poderia diminuir custos.

Postado em 24 de Setembro de 2015 - Redação Semana On

A data base de reajuste da tarifa de transporte coletivo urbano é em outubro. A data base de reajuste da tarifa de transporte coletivo urbano é em outubro.

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A Câmara Municipal de Campo Grande promoveu nesta semana audiência pública para debater o valor da tarifa do transporte coletivo na Capital. A audiência foi realizada após solicitação do vereador Chiquinho Telles (PSD) ao Ministério Público Estadual para revisão da tarifa após a queda do percentual de ICMS cobrado sobre o diesel e reuniu usuários, donos das empresas e interessados no tema.

 “O resultado não foi positivo no sentido de reduzir a tarifa, mas as pessoas estão discutindo e cobrando, e vamos continuar essa luta. O transporte coletivo é um direito do cidadão, e este valor no mínimo tem que ser mantido, nem tem como aumentar”, destacou o vereador.

De acordo com o diretor do consórcio, João Resende, a redução da tarifa é impossível. “Não tem como reduzir o valor da tarifa”, alegando que o valor já deveria estar maior que R$ 3, devido à total integração do sistema e também às gratuidades para estudantes e os descontos em datas comemorativas, que reduzem o valor da tarifa em 40%.

A data base de reajuste da tarifa de transporte coletivo urbano é em outubro e já está sendo discutida com as autoridades municipais e estaduais a possibilidade de diminuição do valor da tarifa, que hoje é de R$ 3,00, como reflexo da redução do preço do óleo diesel nos postos, após a redução da pauta fiscal do combustível em Mato Grosso do Sul, desde 1° de julho por meio da Lei 4.688.

Telles no entanto afirmou que prefere continuar chamando a sociedade para o debate. “Quem sofre são os usuários. Hoje querem aumentar, mas não podemos deixar de ouvir os moradores, que é no bolso de cada um que pesa, vamos continuar pedindo auxílio ao MPE para essa situação”, alertou.


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