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Domingo 29.nov.2020

Ano IX - Nº 421

Coluna

A iniciativa privada auxiliando o novo governo do MS

Cooperação do MBC vai otimizar planejamento de ações no Estado.

Postado em 13 de Fevereiro de 2015 - Josceli Pereira

O governador Reinaldo Azambuja assina o convênio com o MBC. O governador Reinaldo Azambuja assina o convênio com o MBC.

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A mídia já traz o lançamento oficial pelo governador Reinaldo Azambuja da assinatura de cooperação e consultoria que o Movimento Brasil Competitivo (MBC) vai conceder para auxiliar no planejamento das ações do governo estadual no sentido de gestão e otimização das receitas sem com isto aumentar tributos.

O MBC já auxiliou 13 estados da federação entre outros entes e foi convidado pelo governo do MS para desenvolver aqui as suas sugestões para dotar a estrutura governamental de condições de melhor economia na aplicação dos recursos públicos.

Esta medida sem custo para o governo vai trazer uma visão diferenciada como sugestão de ações, pois o Movimento é uma iniciativa do setor privado e vem ao longo da sua criação trazendo benefícios pelos locais onde sua cooperação é firmada.

Sob o comando do empresário Jorge Gerdau que foi o idealizador deste movimento para levar aos governos as suas experiências na gestão de negócios e empresas.

Salutar esta medida, pois os que assistimos ao longo dos anos foram caríssimos contratos de consultoria que em quase nada justificaram os gastos efetuados

A regra para melhoria na área de saúde, educação e segurança passa obrigatoriamente pela disponibilidade de recursos financeiros. Sem que aja uma reestruturação dos gastos em outros segmentos não haverá como alocar recursos há não ser que tenha aumento de tributos.

Neste viés observamos que o governador Azambuja começa bem sua gestão e sinaliza o enfrentamento com um segmento que está de certa forma atravancando a máquina pública.

A regra para melhoria na área de saúde, educação e segurança passa obrigatoriamente pela disponibilidade de recursos financeiros.

A meritocracia já está atrasada na sua aplicação no setor público. Foi criada uma imagem que neste setor nada pode ser mudado, porém a população não mais aceita a forma como as coisas estão caminhando. A burocracia excessiva, a baixa produtividade dos setores responsáveis pelo fomento e a qualidade dos serviços públicos colocados à disposição da população.

Se observarmos pode notar que sempre que surgia um novo gasto o governo lançava mão de uma nova receita através de um aumento na carga tributária, sem se preocupar em rever a sua estrutura de gastos. Com estas medidas o ralo de despesas se agigantou e passamos a ter um verdadeiro ciclo vicioso para alimentar.

Vamos assistir também um enfrentamento com os sindicatos das categorias que venham a sofrer algum embate nos seus direitos ou que tenham as suas zonas de conforto atingidas por alguma medida na reestruturação. Direitos adquiridos poderão ser colocados à mesa e um embate pode ser esperado.

A população espera atenta por estas melhorias no atendimento público. Não se aceita mais que na era da automação onde os pontos eletrônicos são usados nos mais diversos setores da iniciativa privada e que ainda se assiste um médico chegar com uma hora de atraso no seu local de trabalho para atendimento à população. Isto de certa forma está na grande maioria dos setores públicos.

Reluzentes viaturas estacionadas nos pátios das delegacias por falta de combustível e os secretários num vai e vem desenfreado participando de congressos e eventos sem muito resultado efetivo para a nossa população.

Fica assim nossa esperança que o governo atual comece por elaborar as pequenas lições que venham de pronto melhorar a vida dos Sul-mato-grossenses.

Vamos aguardar os 100 dias e ouvir atentamente o primeiro relatório a ser feito oficialmente pelo governador Azambuja.

Desejamos sorte!


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