Semana On

Sexta-Feira 05.jun.2020

Ano VIII - Nº 395

Mato Grosso do Sul

Cesta básica chega em boa hora para quem não tem arroz e feijão na despensa

Ao todo, o Governo do Estado comprou 60 mil cestas básicas para distribuir entre os 79 municípios

Postado em 01 de Maio de 2020 - Redação Semana On

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Já estão chegando nas casas de famílias impactadas pela pandemia do coronavírus as cestas básicas compradas pelo Governo do Estado. Na despensa de quem não tem trabalho fixo, o alimento entregue pouco antes da hora do almoço chega em boa hora. “Recebi e já vou cozinhar o feijão e fazer o arroz para comer com o puchero que eu também ganhei. Ia comer só a carne com o caldo. Agora vou comer com tudo”, disse Brandelina Vilalva Vales, que mora no bairro Coronel Antonino, em Campo Grande.

Além de pacotes de arroz e feijão, a cesta entregue na quinta-feira (30) tem macarrão, açúcar, leite em pó, óleo de cozinha e sardinha. “É mais uma ajuda dada pelo Governo do Estado nesse momento tão difícil da nossa história, que é a pandemia do coronavírus. Esperamos que seja de bom valor”, pontuou a secretária estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho de Mato Grosso do Sul, Elisa Nobre, que fez a entrega dos alimentos ao lado do secretário de Assistência Social de Campo Grande, José Mário Antunes.

Ao todo, o Governo do Estado comprou 60 mil cestas básicas para distribuir entre os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. São mais de 960 toneladas de alimentos que serão entregues para famílias em extrema situação de vulnerabilidade social. Dividida em três meses (abril, maio e junho), a entrega será feita em lotes de 20 mil unidades.

Nesta primeira etapa, Campo Grande recebeu 1,5 mil sacolões. “Os alimentos serão entregues diretamente na casa das pessoas”, explicou o secretário José Mário Antunes. Segundo ele, a ajuda emergencial é para aquelas famílias já cadastradas em um dos 20 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) da Capital.

Uma delas é do Cícero Araújo, de 49 anos. “Chegou no momento certo”, disse ele. Sem trabalho, o homem  falou que a pandemia atrapalhou a vida. “Está todo mundo com medo, mas não podemos desistir”. Catarina Barbosa Vilalba, 66, também recebeu uma cesta alimentar. “Vai me ajudar enquanto eu não puder sair de casa”, contou.


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