Semana On

Sábado 14.dez.2019

Ano VIII - Nº 375

Campo Grande

Prefeitura inicia drenagem para recapeamento da Bahia que terá corredor de ônibus e estações

Recapeamento avança na Bandeirantes que terá reforço na drenagem para evitar alagamentos

Postado em 20 de Novembro de 2019 - Redação Semana On

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Com o reforço da drenagem na esquina com a Rua da Paz, a Prefeitura de Campo Grande iniciou a obra de recapeamento da Rua Bahia, onde está programada a implantação de um corredor exclusivo de ônibus.  A previsão é concluir a obra em um ano, com execução quadra a quadra, sempre que possível em meia pista para evitar a interdição total do trânsito.

Na Rua Bahia, que integra o corredor norte do transporte, está programada a implantação de quatro estações de pré-embarque, com semáforos “inteligentes”, que vão reduzir em 20% o tempo de viagem entre o centro da cidade e os terminais General Osório e Nova Bahia.

A obra vai custar R$ 4.392.305, uma redução de 10,6% , R$ 522 mil, sobre o valor de referência.  O projeto prevê a implantação de 1.139 metros de drenagem e nesta fase, com interdição de apenas uma pista para a execução do serviço.  A maior intervenção está programada para o trecho entre as ruas Eduardo Santos Pereira e Antonio Maria Coelho, onde estão previstos com tubos de 1,20  metro.

Corredor norte

Quando estiver concluído, o corredor norte se  estenderá até o Terminal Nova Bahia, passando pelo Terminal General Osório, servindo de interligação com os demais terminais do transporte coletivo da cidade.

O corredor está planejado para uma extensão de  22,7 km , abrangendo além da Bahia, as avenidas Coronel Antonino, Cônsul Assaf Trad, Alegre e 25 de Dezembro. Todas estas vias receberão obras de drenagem e recapeamento.

Recapeamento avança na Bandeirantes

O recapeamento na Avenida Bandeirantes também está avançando, e chegou até o cruzamento com a Rua Salim Maluf, ponto que corresponde a 60% dos 3,8 quilômetros de extensão da via.

O projeto foi alterado para incluir mais 200 metros de drenagem para escoamento da enxurrada pela Salim Maluf (rua transversal a Bandeirantes) e eliminar um ponto de alagamento  na Rua Brilhante, perto de uma boca de lobo existente sob uma seringueira. Segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, a drenagem existente se tornou insuficiente porque aumentou a área impermeabilizada, com isto mais água passou a escoar pela superfície.

Até agora, foram implantados 3,2 km de drenagem; construídos 64 poços de visita e 59 bocas de lobo. Foram aplicados 7.69,85 metros quadrados de pavimento no fechamento de valas; realizados 1.195 metros quadrados de remendo profundo; 3.811 metros quadrados de calçadas. O projeto de drenagem inclui a implantação de 1.750 metros de tubulação na própria avenida; 1.283 metros de conexões nos poços de visita para ampliar a capacidade de captação das bocas de lobo (os chamados bigodes); mais 710 metros de rede para conexão com a rede da Avenida Manoel Costa e Silva (subindo Rua a Raul Maluf);  tubulação pela Rua Santa Adélia até 2 de Março, no conjunto Cooaphama, fazendo com que a enxurrada deságue no Rio Anhandui, perto do Shopping Norte Sul.

Foram implantados ramais em ruas transversais a Bandeirantes para conexão com as redes existentes nos bairros Taquarussu e Jacy, onde será aproveitada a rede implantada pelo Exército nas Ruas José Paes de Farias e Itália, como parte do projeto de recapeamento da Rua Brilhante.

O recapeamento     

A Avenida Bandeirantes, desde a rotatória com a Avenida Manoel da Costa Lima, até o final na Avenida Afonso Pena, tem 3,8 quilômetros. Ela integra, junto com as ruas Guia Lopes/Brilhante/ Marechal Deodoro e Gunter Hans, o corredor sudoeste do transporte coletivo, ligação do centro da cidade com os terminais de integração Bandeirantes e Aero Rancho, onde passam diariamente mais de 60 mil usuários, seja em ônibus ou carro particular.

Serão investidos na Avenida Bandeirantes, incluindo drenagem, recapeamento, sinalização e implantação de sete estações de pré-embarque no corredor do transporte coletivo, R$ 6.462.933,73 (recursos do PAC Mobilidade), e R$ 2.297.378,94 (contrapartida do Governo do Estado). Até agora, foram investidos  R$ 3.696; 945,44. Está sendo aplicada uma camada de quatro centímetros de CBUQ. Na pista do corredor, o material usado é o asfalto polimerizado, enquanto a área das sete estações de pré-embarque programadas terá o chamado piso rígido.


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