Semana On

Quinta-Feira 21.nov.2019

Ano VIII - Nº 372

Coluna

Bolsonaro garante Mandetta

As notícias que fizeram a semana política em MS, com Marco Eusébio

Postado em 09 de Outubro de 2019 - Marco Eusébio

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"Foram perguntar a Jair Bolsonaro se ele planejava substituir Luiz Henrique Mandetta no comando do Ministério da Saúde", diz Lauro Jardim, em blog no O Globo. "Bolsonaro disse que já havia ouvido o boato, mas que sequer cogitava mexer na pasta por considerar Mandetta um dos melhores quadros da Esplanada", afirma o jornalista.

Carla Stephanini troca MDB pelo PSD

A subsecretária da Mulher da Prefeitura de Campo Grande, Carla Stephanini, deixou o MDB, partido pelo qual esteve filiada por duas décadas e que pretende lançar candidato para enfrentar Marquinhos Trad na disputa pelo comando da cidade no ano que vem. Desde já defendendo a reeleição do chefe, foi para o PSD, o partido do prefeito.

Vereador acusado de comprar votos é eleito prefeito de Miranda

O vereador Edson Moraes (Patriota) foi eleito prefeito de Miranda neste domingo com 7.844 votos (63,01%) para mandato 'tampão' até o fim do ano que vem, devido a cassação da ex-prefeita Marlene de Matos Bossay (MDB) e do vice Adailton Rojo Alves (PTB) acusados de compra de votos de indígenas da Aldeia Lalima. O novo prefeito que já vinha comandando a cidade interinamente como presidente da Câmara também é alvo de denúncia de compra de votos nas eleições de 2016, e nega as acusações. "Essa denúncia que teve é montagem do adversário. Aqui em Miranda é assim, muito acirrada e muita rivalidade. Tenho certeza que a Justiça vai apurar os fatos e eu não cometi fato errado", afirmou ao jornal Correio do Estado, de Campo Grande. Nas eleições suplementares de ontem, Valter Ferreira, o Nego (DEM) ficou em segundo com 3.891 votos (31,26%), Jorginho Cordella (Solidariedade) teve 461 (3,70%) e Zé Lopes (PV) 252 votos (2,02%). Dos 18.674 eleitores de Miranda, só 12.953 (69,36%) votaram com abstenção de 5.721 (30,64%), além de 168 votos brancos (1,30%) e 337 nulos (2,60%).

ONG divulga mais um caso de iguarias e cerveja pagos com dinheiro público de MS

A ONG Instituto OPS divulgou neste fim de semana que o deputado Zé Teixeira (DEM) usou R$ 1.640,50 da verba indenizatória da Assembleia para pagar refeições e bebidas alcoólicas a terceiros, o que é proibido pela Casa. O primeiro-secretário do Legislativo foi ressarcido em 2017 pelas seguintes despesas: R$ 605 com iguarias como filé mignon ao molho, lulas frescas, cordeiro assado e cinco garrafinhas de cerveja belga em um restaurante de São Paulo em dezembro de 2016, R$ 500 de oito rodízios em uma churrascaria de Dourados em janeiro de 2017; e R$ 535,50 em cortes finos de carnes, gastos em duas ocasiões também em Dourados, em março de 2017. A OPS, que lançou a campanha "Alecrim Dourado" convidando a sociedade a auditar "quase mil notas fiscais" apresentadas por deputados à ALMS (veja aqui), já havia divulgado despesa de R$ 1.745,50 feita por Pedro Kemp (PT) em dezembro de 2017 em uma pizzaria de Campo Grande, incluindo cervejas, chopes e vinho. Após a divulgação, o petista devolveu o dinheiro à Assembleia. Leia mais aqui no site Congresso em Foco.


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