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Sexta-Feira 22.jun.2018

Ano VI - Nº 308

Coluna do Marco Eusébio

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Juiz Odilon diz que eleição para governador em MS acaba no 1º turno

As notícias que fizeram a semana política em MS, com Marco Eusébio

Postado em 08 de Junho de 2018 - Marco Eusébio

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Questionado se prefere enfrentar o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) ou o ex-governador André Puccinelli (MDB) num segundo turno das eleições para governador de MS neste ano, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) respondeu: "qualquer um não me assusta". Disse, entretanto, estar "convicto de que não vai ter segundo turno" e afirmou que André deveria "cancelar desde já" entrevista marcada na emissora para o segundo turno.

Na entrevista, Odilon atribuiu sua liderança nas pesquisas a um desejo de "mudança radical" do eleitor. Sobre o fato de ser filiado a um partido de esquerda, o PDT, e indagado se ele se considera "mais à esquerda ou mais à direita", respondeu que se identifica "com a corrente do bem" e disse que o PDT sustenta uma "democracia de centro", contra "radicalismos". Por fim, alfinetou adversários, dizendo que André e Azambuja têm "muita coisa em comum" e deveriam ter priorizado saúde e educação, em vez de investir no Aquário do Pantanal. Veja a íntegra aqui em vídeo da CBN.

Acordo de Delcídio balança na PGR

A pedido da procuradora-geral Raquel Dodge, o relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, devolveu a delação de Delcídio do Amaral para a Procuradoria-Geral da República avaliar uma possível rescisão do acordo, informa Daniel Adjuto, do SBT, no Twitter. A PGR vai analisar se Delcídio omitiu informações em sua colaboração.

André diz que fez pedido à Bandeira do Divino e foi atendido

Torcedor do Paraná, o ex-governador de MS André Puccinelli (MDB) anunciou hoje em vídeo no Facebook que teve atendido um "pedido especial" feito por ele ontem ao receber a visita da bandeira do Divino Espírito Santo (leia aqui). É que seu clube preferido venceu por 2 a 1 o Fluminense na noite anterior e conquistou sua primeira vitória do Brasileirão 2018, entregando a lanterna para o Ceará.

Deputada de MS defende fim do monopólio da Petrobras sobre o etanol

A deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) anunciou hoje que está buscando o apoio da bancada federal de MS e do setor socroalcooleiro do estado para aprovação de dois projetos na Câmara dos Deputados que visam acabar com o "monopolólio da Petrobras sobre o etanol". Ela afirmou que, embora a produção de etanol a partir da cana-de-açúçar tenha crescido 2,63 milhões para 2,77 milhões de litros (5,3%) na última safra, a venda de etanol caiu 21% em 2017 comparada ao ano anterior por causa dos preços em alta, apesar da maior oferta. O motivo, disse, é que as usinas não podem vender diretamente o álcool aos postos e o produto é obrigado a passar por distribuidoras indicadas pela Petrobras, influenciando tanto no preço do etanol, como no da gasolina. "Mesmo com tantas usinas em nosso estado, vemos o preço cada vez mais alto e o consumo reduzir. Se o etanol pudesse sair direto para os postos, teríamos um preço mais justo, estimulação da concorrência, geração de empregos e renda. Por isso, esse monopólio deve acabar", defendeu. Neste sentido, Mara busca apoio da bancada de MS e do setor produtivo para aprovação dos projetos dos deputados federais João Henrique Caldas (PSB-AL) e Rogério Rosso (PSD-DF).

Projeto de Moka que obriga preso a bancar gastos com prisão é aprovado no Senado

Projeto de Lei Suplementar que obriga o preso a ressarcir o Estado pelos gastos com sua manutenção no presídio foi aprovado por 16 votos a 5 na CCJ do Senado e, se não houver recursos para que seja votado em plenário, seguirá direto para a Câmara. O PT encaminhou voto contra a matéria. De autoria do senador Waldemir Moka (MDB-MS), o PLS 580/2015 prevê que se o preso não tiver recursos para manter seu custeio, pagará com trabalho. "Quero combater a ociosidade, que tem levado os presos a serem presas fáceis das facções que estão hoje infestando nossos presídios", disse Moka.

Relator da matéria, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) lembrou a manutenção de presos, com um custo médio de mais de R$ 2.440,00 por mês cada, está sobre os ombros de toda a sociedade brasileira. Duas sugestões da senadora Simone Tebet (MDB-MS) foram acolhidas por Caiado no texto: quando o preso tem recursos, mas se recusa a trabalhar ou pagar, será inscrito na dívida ativa da Fazenda Pública; e o que não tem condições financeiras, que ao fim do cumprimento da pena ainda tenha restos a pagar, terá a dívida perdoada ao ser colocado em liberdade.

Sérgio Harfouche lança 'vaquinha online' para campanha ao Senado por MS

Pré-candidato pelo PSC ao Senado por MS, Sérgio Harfouche, aderiu ao sistema de "vaquinha online" para arrecadar recursos de campanha. Lançado na página "Doação Legal" do site Vakinha, até o início desta tarde o perfil registrava R$ 510 ofertados por dois doadores ao procurador de justiça licenciado do MP, conhecido por ações disciplinares em escolas contra alunos infratores, que inpiraram lei aprovada pela Assembleia no ano passado. Esse tipo de doação coletiva, também conhecido como "crowdfunding", foi autorizado pelo TSE para as eleições deste ano. As doações ficam retidas e só serão repassadas ao político quando ele registrar sua candidatura, a partir de 15 de agosto. Caso desista, o dinheiro será devolvido ao doador. Quem quiser colaborar com o Harfouche, acesse aqui.


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Marco Eusébio

Jornalista, blogueiro e analista político.


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